Compreender o problema
De onde vem realmente a dor nas costas?
Em 80% dos casos a lombalgia é "não específica": não há uma única estrutura danificada identificável. A dor surge de um conjunto de fatores — sobrecarga, posturas prolongadas, défice de força no core, gestão emocional do stress, sono escasso.
A boa notícia: não específica significa também altamente tratável. O músculo, o disco e o ligamento são tecidos que se adaptam à carga. O problema é o padrão: mesmos movimentos, mesma posição, mesma rigidez durante semanas. Mudar o padrão = libertar a dor.
O ponto-chave: descansar na cama mais do que 1-2 dias piora a dor nas costas. As costas precisam de se mexer — o movimento certo, doseado pelo fisioterapeuta.
As 4 causas mais frequentes
- Sedentarismo: 7-9 horas por dia sentado descarregam o peso do tronco sobre o disco intervertebral
- Levantamento incorreto: dobrar-se sobre as costas em vez de sobre as pernas é a causa de episódios agudos
- Core fraco: abdominais profundos e glúteos "desligados" deixam a coluna lombar desprotegida
- Gestão emocional: stress prolongado aumenta a tensão muscular e sensibiliza o sistema nervoso
Sintomas específicos
Reconhece-se em algum destes casos?
A "dor nas costas" é genérica. Identificar o tipo específico permite ao fisioterapeuta escolher os exercícios certos.
Lombalgia localizada
Dor surda ou aguda na parte baixa das costas, sem irradiação
Ciática
Dor que da nádega desce ao longo da coxa até ao pé
Dor estando sentado
Costas que "bloqueiam" após horas à secretária ou no carro
Dor nos movimentos
Dificuldade em dobrar-se, apanhar objetos, levantar-se da cadeira
Rigidez matinal
Costas bloqueadas mal se levanta, libertam-se após 20-30 min
Erros comuns
5 coisas que pioram a dor nas costas.
Vemos estes erros em quase todos os pacientes que chegam à primeira consulta. A correção do padrão é metade do trabalho.
Repouso na cama prolongado
Levantar pesos dobrando-se sobre as costas
Cinto/faixa lombar usada sempre
Estalar as costas sozinho
Ressonância antes mesmo de tentar a fisioterapia
Consulta gratuita
Quando um fisioterapeuta pode fazer a diferença.
Os exercícios de base ajudam todos, mas um percurso personalizado é fundamental se:
- A dor dura há mais de 6 semanas e não responde ao autotratamento
- Tem ciática com dor ao longo da perna ou formigueiro no pé
- A dor piora à noite ou acorda-o
- Sente fraqueza na perna ou perda de sensibilidade
- Tem um diagnóstico de hérnia, protusão ou estenose
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